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domingo, 26 de fevereiro de 2012

Delegado Rafael Vianna comenta a segurança no Carnaval de Curitiba


Convidado para comentar a segurança no Carnaval de Curitiba, o Delegado Rafael Vianna compareceu no desfile das escolas de samba de Curitiba e analisou os mais diversos aspectos de segurança (policiamento, segurança pessoal, atitudes de risco, etc) durante o carnaval.
 
 

domingo, 19 de fevereiro de 2012

Delegado Rafael Vianna, Gustavo Hana e Carlos Humberto ganham Prêmio Ozires Silva

O Delegado Rafael Vianna, na condição de advisor (conselheiro), e os Coordenadores do Projeto, Carlos Humberto e Gustavo Hana, ganharam o Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável, realizado pelo GRPCom, Sebrae e ISAE/FGV.
Em sua 5ª Edição, o Prêmio busca identificar as melhores ideias e projetos na área de empreendedorismo e sustentabilidade no Brasil.
Com o Projeto Patrool, a equipe foi premiada com o 1º lugar na Categoria Empreendedorismo Social, recebendo o prêmio do Senhor Ozires Silva, fundador da Embraer, presidente da Petrobrás (1986-1989) e Ministro da Infra-Estrutura (1990-1991).


O Projeto Patrool, pensado ao longo dos últimos anos e aprimorado recentemente, trata-se de uma ideia revolucionária, na qual todos podem saber em tempo real o que acontece a sua volta.
Você poderá participar ativamente dos assuntos do seu bairro, da sua rua, da sua cidade e dos locais que lhe interessam. Avisando, sugerindo e propondo melhorias, não apenas a segurança pública será beneficiada, mas também a compreensão do que é viver em sociedade.
Além de você receber avisos em seu celular, computador ou tablet sobre qualquer anormalidade na sua rua, no seu bairro ou no colégio onde seus filhos estudam, você poderá colaborar para que outras pessoas não sofram com engarrafamentos, cruzamentos perigosos, pontos de alagamento, catástrofes naturais ou crimes.
Um exemplo? No mês de setembro de 2011, em decorrência de um forte e repentino nevoeiro, ocorreu um mega engavetamento na Rodovia Imigrantes, envolvendo cerca de 300 veículos que não tiveram como saber o que estava ocorrendo (notícia disponível no site http://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2011/09/15/pm-estima-que-engavetamento-atingiu-cerca-de-300-veiculos-remocoes-terminam-amanha.htm).
Com o Patrool, você que sempre circula pela Rodovia Imigrantes ou que a utilizaria como rota, poderia ter cadastrado seu perfil para receber avisos no seu celular/smartphone de qualquer anormalidade ou acidente na Rodovia e saberia imediatamente do ocorrido.
A primeira pessoa que visualizou o nevoeiro poderia ter alertado milhares de pessoas, que receberiam alertas e avisos imediatamente, evitando aquele lugar. Isso salvaria vidas, evitaria danos, melhoraria a sociedade.
A ideia é que o Patrool seja a ferramenta para a sociedade aproveitar este momento de desenvolvimento tecnológico para melhorar e sobreviver. Usar as redes sociais e a tecnologia da informação para salvar vidas, melhorar a segurança e aproximar as pessoas (não apenas para fazer amizades virtuais, mas para promover o auxílio mútuo).
Para entender o Patrool você pode acessar o site http://patrool.com/ e assistir ao vídeo abaixo.


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Rafael Vianna profere palestra na Sanepar

Na continuidade da divulgação de seu livro, "Diálogos sobre segurança pública: o fim do estado civilizado", e de sua missão de orientar e conscientizar a sociedade em questões relativas à segurança, o Delegado Rafael F. Vianna proferiu uma palestra para os funcionários da Sanepar.
O evento foi organizado pela CIPA (Comisssão Interna de Prevenção de Acidentes) e contou com a presença de mais de 50 empregados da Sede Administrativa (Rua Engenheiros Rebouças, 1376, Curitiba-PR) da Companhia de Saneamento do Paraná.
Clique na imagem para ampliar.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Cultura de Paz para 2012: "Hoje, as pessoas confundem bondade com fraqueza"

Não podemos mais adiar, não podemos mais esperar, não podemos apenas ter esperança. É preciso impaciência para mudarmos o mundo (como alguém me falou esta semana).
Que neste ano de 2012 iniciemos uma transformação na nossa forma de pensar o mundo, de enxergá-lo, de nos relacionarmos com as pessoas. Vamos iniciar a construção de uma cultura de paz, como tantas vezes já falei.
Uma reportagem na Gazeta do Povo tenta nos mostrar a importância de uma cultura de paz para a segurança pública e para a existência de cada um de nós.
Não é por fraqueza ou medo que escolho o bem, nem por incapacidade para o mal que escolho o perdão. Escolho a bondade por acreditar que é a única forma de sobrevivermos como sociedade.
Recomendo a leitura da reportagem "Cultura da Paz é o remédio", da qual participo com algumas ideias:
Cultura da paz é o remédio
18/12/2011 por Diego Ribeiro
Especialistas afirmam que fortalecimento da amizade entre vizinhos faz diferença quando o assunto é segurança pública
“Dizer bom dia a alguém é um sinal de que você reconhece e respeita a existência daquela pessoa”. Essa frase, da estudante de Pedagogia Fabiane Moreira da Silva, 18 anos, simboliza uma conscientização fundamental para reverter o quadro preocupante de medo e de violência no país. Mesmo tão jovem, ela sabe e entende a importância de estreitar as amizades e multiplicar o conceito de cultura de paz. Consciência essa que quase metade dos paranaenses ainda não tem.
Segundo levantamento da Paraná Pesquisas (veja o infográfico abaixo), 86,64% dos paranaenses conhecem seus vizinhos, mas o relacionamento é superficial em quase metade dos casos: 49,44% dos entrevistados relataram que costumam encontrar os vizinhos só quando estão saindo de casa e 6,18%, só em situações inesperadas, como no caso de um assalto. Por outro lado, 51,69% dizem que costumam visitar a vizinhança.
Autor do livro Diálogos Sobre Segurança, o delegado da Polícia Civil do Paraná Rafael Vianna é um firme defensor do fortalecimento das amizades entre vizinhos. Para ele, essa relação forte e próxima pode fazer a diferença quando o assunto é segurança pública. Mas, antes de fortalecer a amizade com a pessoa que mora na mesma rua, segundo o policial, é importante cultivar os mesmos valores dentro de casa. “Essas relações começam com a família. Não se pode ter medo de cultivar a gentileza dentro de casa. Depois, sim, pode partir para as pessoas que estão ao seu redor”, opina.
Ele lembra que a maioria dos pequenos delitos – que algumas vezes se transformam em tragédias – pode ser evitada com bons relacionamentos entre vizinhos. Segundo o delegado, muitas discussões entre vizinhos acabam nas delegacias. “É preciso compreender e se colocar no lugar do outro. O nosso maior problema é que sempre encaramos qualquer discussão como um ato de guerra. Não existem vencedores em uma briga ou um homicídio”, ressalta.
Sobre o grande número de paranaenses que mantém um relacionamento superficial com os vizinhos, o delegado explica. “É medo de começar, de ser gentil. Hoje, as pessoas confundem bondade com fraqueza”, explica. De acordo com o delegado, o segredo é valorizar os gestos de bondade, assim com Fabiane faz. “Enquanto a bondade for motivo de vergonha, dificilmente teremos solução na segurança pública”, enfatiza.
Cultura da paz
Na avaliação da diretora do Instituto Sou da Paz, Luciana Guimarães, gestos de gentileza e boa vizinhança fazem parte da cultura da paz, que precisa cada vez mais ser valorizada. “Isso tem a ver com a forma com que convivemos com as pessoas. É algo muito mais proativo”, explica. Segundo ela, a maioria dos conflitos do dia a dia é de convivência. “Não significa ser contra os conflitos, porque sempre vão existir. O que não é saudável é resolvê-los de maneira violenta”.
Para Luciana, conviver bem com o outro cria um ambiente desfavorável para o conflito. “Apostar no diálogo é ter uma forma diferente de resolver os problemas. É lidar com tudo de um jeito pacífico.”
Segundo Luciana, a vizinhança é uma instância muito importante, mas não pode parar por ai. “Começamos com os vizinhos e espalhamos essa cultura para outras relações”, comenta. Ela defende que a cultura de paz seja transversal e atinja toda sociedade. “Se a gente conseguir incorporar essa cultura, talvez revertamos esse quadro de violência e individualismo”, destaca.
Exemplo
Sociedade em construção
As duas mulheres têm o sobrenome Silva e são moradoras de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mas elas têm mais em comum do que o sobrenome. Rudnéia da Silva, 34 anos, e Fabiane Moreira da Silva, 18, trabalham diariamente para construir uma sociedade de paz.
Fabiane, moradora do Jardim Primavera, sabe bem da importância de ajudar as pessoas. No projeto Arte da Paz, do Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (Iddeha), do qual participou quando tinha 13 anos, muitos jovens resgataram a vontade de viver e de trilhar um caminho melhor por meio do hip hop, do grafite e de oficinas sobre cidadania.
Hoje Fabiane integra outro projeto, o Central de Jovem, também do Iddeha. O grupo usa um blog para transmitir mensagens de paz. “São os pequenos gestos que podem influenciar as pessoas”, explica. A estudante de Pedagogia também vai às escolas com o grupo e oferta oficinas sobre violência. “Os jovens são os mais atingidos pela violência. Então, é a gente quem tem de fazer algo.”
Já Rudnéia, moradora do bairro Jardim Santa Tereza, faz parte do projeto Mulheres da Paz, que chegou a São José dos Pinhais com apoio do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci).
“A gente, como mulher da paz, pode ajudar muitas pessoas”, diz. Junto com outras 50 mulheres, ela resgata jovens com fragilidades sociais. “Procuramos saber quais os problemas deles, conversamos e depois encaminhamos para redes de proteção”, relata.
Rudnéia entrou para o projeto porque não suportava mais ouvir sobre tantos jovens morrendo por causa de envolvimento com drogas. “Quero tentar melhorar a comunidade. As pessoas acham que não têm dever com a comunidade. Falta muita solidariedade”, opina.
Ela e as outras Mulheres da Paz apresentaram uma peça de teatro sobre violência, na quinta-feira à noite, no Parque da Fonte, em São José dos Pinhais. Foi por meio da arte, de oficinas, de palestras sobre direitos humanos e cidadania que elas encontraram uma forma de fortalecer o laço da comunidade para criar uma rede de amizade forte e reverter o quadro da violência na região. “É se conhecendo que fortalecemos a comunidade.”


http://www.gazetadopovo.com.br/pazsemvozemedo/conteudo.phtml?tl=1&id=1204490&tit=Cultura-da-paz-e-o-remedio

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Juramento do Policial Mirim: estigmatização positiva

No dia 17/12/2011, durante o Projeto Sábado na Praça, do Programa Ciranda de Pais, uma equipe de policiais civis, amigos e pessoas de boa vontade, passaram a tarde brincando e orientando as crianças do bairro Maria Antonieta, em Pinhais.
Com um olhar muito especial e próprio sobre as necessidades das crianças, um amigo de nome Paulo inventou o juramento do policial mirim. As crianças prometiam ser sempre do bem/boazinhas, ao que se seguia um "Eu acredito em você. Eu tenho certeza que você será sempre uma pessoa do bem".
Os pequenos olhos brilhavam e um adesivo do Nucria (Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente da Polícia Civil do Paraná) era colado no peito da criança, que se tornava um policial mirim comprometido em fazer o bem. 
As crianças ainda ganharam gibis e jogos que ensinam como se proteger, como denunciar abusos e quais são seus direitos.
É isso que falo em meu livro sobre estigmatização positiva. Sim! Nós acreditamos em nossas crianças e temos certeza de que elas serão pessoas do bem. 
Vamos trabalhar para isso sempre. Obrigado pela ideia e pelas lições, Paulo! Obrigado a todos que lá estiveram: Bueno, Carvalho, Angelo, Tielo e Peninha! Cada um foi muito importante, ainda que todos foram ainda mais.
Obrigado ao Sicride e ao Nucria que colaboraram com os materiais educativos.
Como já falei em outra oportunidade, o trabalho do Projeto não consiste meramente em ações assistencialistas, mas, ao contrário, preocupa-se na formação e na libertação das pessoas. Melhorar o modo de vida, a compreensão do mundo e possibilitar o caminhar com as próprias pernas.
Uma notícia da ação foi divulgada no site da Polícia Civil:
22/12/2011
Assessoria Civil promove ações de orientação a crianças em evento de Pinhais
Orientações sobre a segurança de crianças foram repassadas a famílias do município de Pinhais, no último sábado (17), por policiais civis e representantes da Assessoria Civil da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp). Além das dicas de segurança, as equipes distribuíram materiais educativos numa ação desenvolvida durante o programa Sábado na Praça de Natal – evento promovido pelo projeto Ciranda de Pais.
Segundo a Sesp, aproximadamente 600 crianças participaram do evento, que aconteceu na Praça Maia Antonieta. Na ocasião, também foram distribuídos para crianças carentes os 800 livros arrecadados pela Campanha do Livro Infantil. Houve também a distribuição de brinquedos, em uma ação alusiva ao Natal. Dentre os materiais educativos sobre segurança, foram distribuídos o Gibi da Turminha da Segurança, do Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas (Sicride), e os jogos educativos do Núcleo de Proteção a Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria).
De acordo com o delegado Rafael Vianna, da Assessoria Civil da Sesp, a ação busca orientar os pais quanto ao planejamento familiar. Para isso, são desenvolvidas ações ligadas ao entretenimento, com brincadeiras, com o objetivo de atrair as famílias. “Esse tipo de trabalho é importante porque permite que as pessoas possam se aproximar da Polícia Civil e, com isso, a segurança pública sai ganhando”, afirma.
Vianna conta que a participação da Polícia Civil em eventos de caráter social ajudam a fomentar uma imagem de polícia cidadã junto à sociedade paranaense. “Algumas crianças, que até poderiam demonstrar algum receio da polícia, saíram de lá dizendo que queriam ser policiais”, diz.
O Projeto Ciranda de Pais, desenvolvido pela professora Cristiane Arns de Oliveira, tem como objetivo promover e enriquecer as relações entre escola e família para prevenir o fracasso social e escolar dos alunos. A ideia é criar, em âmbito familiar e escolar, estratégias de prevenção aos problemas relacionados à violência, drogas e delinquência.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Rafael Vianna no Programa Cidadania da TV Sinal

O Delegado Rafael F. Vianna foi entrevistado por Tatiana Escosteguy, no programa Cidadania da TV Sinal da Assembleia Legislativa do Paraná.
Foram discutidos os fatores que contribuem para a criminalidade, a prevenção situacional do crime, como não ser abordado por delinquentes, o elemento surpresa nas ações criminosas e como se comportar se você for vítima.
Além disso, também foram abordados outros temas tratados no livro "Diálogos sobre segurança pública: o fim do estado civilizado", como as possíveis soluções para a segurança pública, as estatísticas criminais e a relação processual entre drogas e crimes.
"A segurança pública é uma colcha de retalhos. Escutamos falar sobre a importância das famílias se reunirem, as pessoas conversarem e como a polícia comunitária pode contribuir. Aí pensamos que resolvemos os problemas da criminalidade apenas com isso. Não se resolve criminalidade apenas com educação. É importante, mas somente a primeira grande área. Apenas com isso o discurso não está completo. Precisamos entender as três grandes áreas da segurança pública e atuar em todas" - Rafael F. Vianna  
O programa é dividido em dois (02) blocos, está disponível no youtube e pode ser acessado clicando sobre o título da postagem ou pelos links http://www.youtube.com/watch?v=J6y9pU0DSUI 
(Bloco 1)

domingo, 11 de dezembro de 2011

Dicas de fim de ano: Delegado Rafael F. Vianna na RPC e na Gazeta do Povo

O Delegado Rafael F. Vianna deu orientações sobre segurança pessoal para evitar alguns crimes neste final de ano.
Você pode assistir a entrevista no Jornal Bom Dia Paraná, da RPC/Globo, acessando o link http://g1.globo.com/videos/parana/bom-dia-pr/t/edicoes/v/primeira-parcela-do-13-salario-vai-ser-paga-nesta-quarta-feira/1712441/
Rafael Vianna também deu algumas dicas para o Jornal Gazeta do Povo, o qual publicou a seguinte reportagem:
Medidas preventivas deixam o fim de ano mais seguro
Especialistas em segurança sugerem alguns cuidados que desmotivam e dificultam a ação dos criminosos
08/12/2011
Por Diego Ribeiro
Pedir para um amigo ou parente de confiança recolher suas correspondências enquanto você viaja para as festas de fim de ano pode fa­­zer a diferença quando o assunto é segurança. Caixa de correspondência cheia de cartas é um dos in­­dícios de casa desocupada, um con­­vite aos criminosos de plantão nes­­ta época do ano. Essa é uma das re­­comendações de dois especialistas em segurança ouvidos pela Ga­­zeta do Povo, que dão uma série de di­­cas para que população tenha uma passagem de ano mais segura.
Os conselhos incluem iniciativas (veja as ilustrações) para manter a residência mais segura, ir às compras de forma menos vulnerável e usar o serviço bancário sem riscos. A Polícia Militar (PM) ainda está planejando as operações ostensivas de fim de ano e deve anunciar o início das ações em breve. Apesar disso, a PM informa que já tem aumentado o policiamento em áreas de muita aglomeração no estado. Tradicionalmente, a polícia reforça as patrulhas nesta época. Mesmo assim, a prevenção pessoal, de acordo com os policiais, é fundamental para não facilitar as ações dos criminosos.
De acordo com o comandante-geral da Polícia Militar do Paraná, coronel Roberson Bondaruk, e o delegado da Polícia Civil Rafael Vianna, não há um levantamento preciso sobre o aumento ou não da criminalidade no fim de ano. No entanto, os dois concordam que há uma tendência de crescimento de furtos e arrombamentos, delitos que ocorrem, muitas vezes, em razão do descuido das vítimas. “Uma das principais questões é que as pessoas devem se conscientizar de que estão vulneráveis”, afirma o coronel. Por isso, a atenção é base de todos os conselhos policiais sobre segurança.
Segundo Vianna, o elemento-surpresa é sempre usado pelos bandidos, mas e a atenção da população pode diminuir essa vantagem.
A principal dica do delegado sobre segurança em casa durante as festas relaciona-se ao conceito de “vizinhança segura”. “Conhecer seus vizinhos e fazer amizades pode ser uma solução. Um vizinho ajuda o outro a monitorar as casas”, explica.
De acordo com o delegado, aumentando a dificuldade para a ação do criminoso cai a motivação para se cometer o crime. “Pesquisas criminológicas mostram que a maioria dos criminosos é de oportunidade”, relata. Para ele, quanto mais obstáculos forem criados, mais desmotivados os criminosos vão ficar para cometer o delito.
Outro conselho importante, que envolve também pessoas de confiança, refere-se às luzes e correspondências. É importante sempre dar sinais de que a casa esteja ocupada, mesmo quando o morador estiver em viagem. Uma das soluções é combinar com parentes ou vizinhos para que acendam e apaguem as luzes da casa. “São indícios de que as residências não estão vazias”, diz o delegado.