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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Convite para ajudar o PROJETO ATLETA BOM DE NOTA

Prezados Amigos,
o Programa Atleta Bom de Nota, para continuar a funcionar, precisa de nossa ajuda.
Você pode ajudar com material esportivo, alimentos ou dinheiro para aquisição dos materiais necessários.
Em uma postagem constante na aba "Gente que faz a diferença para um mundo melhor", o programa já foi apresentado neste blog (Gente que faz a diferença para um mundo melhor: PROJETO ATLETA BOM DE NOTA).
Abaixo, trago os resultados do Projeto que ajuda quase 200 crianças, suas necessidades e as possibilidades de ajudar. 
 
PROGRAMA SOCIOEDUCATIVO ATLETA BOM DE NOTA
PINHAIS, PARANÁ, BRASIL
Eles Jogam, nós educamos.
 
 
APRESENTAÇÃO
Somos um grupo de voluntários que desde 2007 oferecemos oportunidade de promoção social por meio do esporte, educação, cultura e qualificação profissional. Atualmente atendemos mais de 180 crianças e adolescentes no contraturno escolar, em situação de vulnerabilidade social, oriundas de famílias de baixa renda na faixa etária de 7 a 17 anos, com uma metodologia voltada principalmente nos núcleos em que a criança e o adolescente estão inseridos: a família, a escola e a comunidade. Um dos objetivos deste Projeto é para que as crianças não fiquem ociosas nas ruas.
Na busca por um placar social mais justo desenvolvemos diariamente nos períodos manhã e tarde as seguintes atividades: treinamento de futebol (segundas e quartas) curso profissionalizante de informática (terças) curso de idiomas/ espanhol (quintas), capoeira (sextas), onde também oferecemos lanche para as crianças.
Nosso programa é desenvolvido em parceria com a COFSPORTS, CETP E CENTRO ESPORTIVO MENDES, estamos localizados na
QUADRA DO CENTRO ESPORTIVO MENDES RUA EGITO 374 – VILA PALMITAL – PINHAIS
FONE: 3033-3701/8414-80 96
  
PRINCIPAIS RESULTADOS JÁ ALCANÇADOS
A educação em tempo integral repercute em menor evasão escolar, diminuição das ocorrências de indisciplina na escola e em casa, respeito aos colegas e familiares, melhora na aprendizagem e consequentemente melhora nas notas com 89% de aprovações na escola, sendo que estes resultados refletem na vida familiar das crianças e adolescentes.
A prática do esporte, com a convivência social é uma forma eficiente de retirar as crianças e adolescentes da rua e do convívio com o ambiente das drogas e da violência. As crianças inseridas em nosso projeto já atingiram:
ü  Bons resultados na escola com aprovações de série;
ü  Diminuição das ocorrências de indisciplina;
ü  Respeito com os colegas e familiares;
ü  Melhora na aprendizagem e consequentemente nas notas;
ü  Resultando em um futuro melhor para as nossas crianças.
 
COMO POSSO AJUDAR AS CRIANÇAS DO PROJETO ATLETA BOM DE NOTA
Efetuando doações de: alimentos para o lanche das crianças, Materiais esportivos: bolas, chuteiras, uniformes,
Aguardamos sua visita, e desejamos sucesso.
PROJETO SOCIEDUCATIVO ATLETA BOM DE NOTA
COLABORADORES: MENDES, PROFESSORES RICARDO, CLEVERSON, THIAGO, GIL BRASIL, LEONI, MARIA.
CENTRO ESPORTIVO MENDES RUA EGITO 374 – VILA PALMITAL –   PINHAIS-PR
FACEBOOK: ATLETABOM DE NOTA             BLOG: ATLETABOMDENOTA.YOLASITE.COM
 
ABAIXO RELACIONO OS MATERIAIS NECESSÁRIOS PARA O PROJETO CONTINUAR:
1)     Lanche para as crianças, R$ 40,00 por dia x 2 dias semana = R$ 80,00 semana x 4 semanas = R$ 320,00 mês x 10 meses = R$ 3.200,00
2)     Camisetas para treino 200 x r$ 10,00 = r$ 2.000,00
3)     Coletes de treino 200 x R$ 5,00 = R$ 1.000,00
4)     Bolas de futebol  10 x r$ 40,00 = R$ 400,00
5)     Uniforme de jogo numerado – Categorias sub 7 sub 9 sub 11 sub 13 sub 15 sub 17 = 6 categorias x 17 jogadores = 102 x R$ 20,00 = R$ 2.040
6)     Calção  200 unidades x r$ 14,00 = R$ 2.800
7)     Meiãos  200 unidades x R$ 10,00 = R$ 2.000
8)     Chuteiras – do numero 36 ao 42 – 100 x R$ 40,00 = R$ 4.000,00 ( iremos usar as mesmas chuteiras dividindo com os alunos da manha e a tarde)
9)     Carterinha de identificação atleta  200 x r$ 4,00 = R$ 800,00
 
TOTAL R$ 18.240,00 divididos por 200 crianças = R$ 91,20 CADA CRIANÇA POR ANO.
 
Dr. Rafael, esse é o valor R$ 91,20 por criança por ano para tira-los das ruas, darmos esperança e um futuro melhor, ajuda-los em ser alguém no futuro, a ter esperança e acreditar na bondade.
Tenho uma sugestão para que o senhor possa nos ajudar a conseguir o material para o projeto: conseguir padrinhos para as crianças, sendo R$91,20 por ano por criança.

domingo, 5 de maio de 2013

Livro "A Melhor Maneira de Viver: inquietações da razão humana" na Revista IDEIAS

A Revista Ideias - do jornalista, escritor e colunista político Fábio Campana (http://www.fabiocampana.com.br/) - publicou, na Seção Prateleira, uma pequena crítica sobre o meu livro "A Melhor Maneira de Viver: inquietações da razão humana", a qual gostei e agradeço.

 
 
Inquietações da razão humana
De Rafael Ferreira Vianna                   
Em A Melhor Maneira de Viver – Inquietações da Razão Humana, Rafael Ferreira Vianna apresenta reflexões que se bastam. Conforme o próprio autor aponta, seus artigos dispensam introdução e conclusão, eles se apresentam e se encerram. Ao longo do livro, Vianna mostra seu ponto de vista sobre questões existenciais que lhe incomodam e estimulam. Na pauta, temas como o amor, a morte, a liberdade, a condição humana e a passagem do tempo. Mais do que reflexões, o livro tem a intenção de ser uma breve reprodução da alma, de nossa mente e da consciência humana. A obra é inspirada e, até certo ponto, sustentada em uma vida que não se basta. O livro foi publicado em 2012, pela Editora do Chain. Rafael Ferreira Vianna é delegado, mestre em Ciências Jurídico-Criminais pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL) e graduado em Direito pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
FC
 
 
 

sábado, 20 de abril de 2013

Rafael Vianna é um dos ganhadores do Concurso Literário Nacional


Neste mês de abril, Rafael Vianna ganhou o Prêmio Literário Nacional, da Associação Nacional de Escritores, por ter escrito um dos 50 contos selecionados para fazer parte do livro "ANE 50 Anos - Contos", coletânea organizada para comemorar os 50 anos da Associação e para divulgar os contos vencedores do Concurso Literário Nacional.
Rafael Vianna escreveu o conto "A angústia da Palavra que não sabe por que vive", o qual foi escolhido entre os aproximadamente 300 contos inscritos no concurso literário.
 

 

Os contos foram analisados, julgados e selecionados pela comissão formada por Guido Heleno, João Carlos Taveira e Rosângela Vieira Rocha.
Segue o conto:
A ANGÚSTIA DA PALAVRA QUE NÃO SABE POR QUE VIVE
Era apenas uma palavra, mas, como todas, tinha medo de morrer. Por medo, não pensava sobre o fim ou a razão de ser usada, mas existia ou tentava, levando um dia após o outro. Como outras, não entendia, mas sofria e suportava. Viver, para ela, era apenas estar no mundo.
Era uma simples funcionária durante o dia, exercendo seu trabalho chato com as pessoas. Mentia sem graça sobre tudo. À noite, ela sai para ferir, matar, sujar as mãos. Sentia-se mais viva à noite. Seus impulsos aumentavam e ela não entendia o porquê. Certa noite, ela já não existia.
Quando os policiais chegaram, seu corpo desnudo repousava ao lado da cama. Eram três jovens altos e fortes. Vestiam jaquetas pretas de couro. Um deles, ao aproximar-se da cama, encontrou a carta, a confissão.
O quarto era apertado e pouco iluminado, o que dificultava a leitura do que estava escrito. Existia apenas a cama de madeira velha, uma luminária mal cuidada e um armário. O chão de assoalho tinha furos e rangia com os passos. Os três não estranhavam a cena, mas queriam ler a carta.
Tem dias que não sei o que fazer, para onde ir. Sirvo para tudo, para ferir, para matar. Vago pelo mundo servindo a todos, como o ar, imperceptível e imprescindível. A angústia me corrói. Acho que todos são assim, mas também acho que sofro um pouco mais.
Não consigo parar de matar. Todo dia morro um pouco, tiro um pouco de minha vida. Não vejo razão para existir. Às vezes acho que construo; outras tantas, apenas que destruo. Não consigo mais matar. Sou autora de tantas mortes que nem sei por onde começar.
Comecei quando pequena, por brincadeira, não entendendo direito o que era o silêncio. Acho que até hoje não entendo. Era apenas uma discussão com meu irmão e um de seus amigos. Estávamos no sítio de meu avô, passando as férias de verão. Éramos apenas nós três no campo, em um dia ensolarado. Tudo corria bem até que ele falou que gostaria de brincar em meu balanço. Não aceitei aquilo. O balanço era apenas meu. Não podia emprestar para ninguém. Ele e meu irmão insistiram, mas eu não podia aceitar que brincasse em meu balanço. Veio o empurrão, os golpes com uma pedra e o silêncio. Meu irmão nunca mais falou comigo. Seu amigo nunca mais foi encontrado.
E foram tantos outros. Como pude, como posso, como vivo? Na adolescência feri e silenciei muitos, mas foram apenas coisas bobas, sem muita importância. Tudo isso sempre me consumiu, mas nunca consegui parar. Na verdade, não sei por que vivo. Nunca pude controlar minha vontade. Ela surgia durante o dia, mas eu a satisfazia durante a noite.
Algumas mortes marcaram-me. Era jovem ainda, bonita, falante. Queria apenas sair com alguns amigos e meus pais não concordaram. Tinha conhecido aquelas pessoas na faculdade e todos iriam viajar em um final de semana para a praia. Ouvi um “não” de meus pais. Eu era muito jovem, não conhecia direito aquelas pessoas, era perigoso, o que os outros iriam pensar e falar. Palavras. Como sempre, muitas palavras.
Tentei controlar meus instintos, não pensar meus pensamentos, não falar. No entanto, a noite chegou e durante o jantar os silenciei. Estávamos apenas nós três em casa. Meu irmão há muito morava na Europa e pouco ligava ou nos visitava. Estudava literatura e letras por lá. Talvez para tentar me entender, já que nunca superou a morte do amigo na infância.
Meu pai foi o primeiro. Era forte, já com os cabelos grisalhos, uma barba bem aparada e um ar sério demais para esta vida. Usava óculos e fazia questão do terno aos domingos. Começou com seu discurso e eu não esperei. Apenas um golpe no pescoço foi o suficiente. Ele tentou buscar o ar, mas percebi que não suportaria. Golpe profundo demais para sobreviver.
Minha mãe nem se mexeu. Morreu na mesa mesmo. Utilizei a mesma faca para ela. Depois pedi desculpas, mas já era muito tarde. O silêncio já obtivera a vitória sobre mim mais uma vez. Sumi com os corpos. Morávamos em um lugar isolado, sem vizinhos próximos. Até hoje meus queridos pais continuam enterrados perto do rio, embaixo de um belo pé de jacarandá.
Tenho certeza que os policiais nunca acreditaram em minha história da briga e da viagem repentina, mas também nunca encontraram os corpos. Daquele dia em diante vivi sozinha. Matando de vez em quando, aleatoriamente os que cruzavam meu caminho.
O policial mais antigo não acreditou em quem estava morta em sua frente. Era ela, a Palavra. A menina rica que tantas vezes ele buscou, investigou, interrogou. Nunca tinha conseguido nenhuma prova contra ela, mas sempre soube que era a responsável por tanta dor em seu condado.
Não entendia exatamente por qual motivo ela estava em um hotel no centro da cidade, frequentado por prostitutas, traficantes e pequenos delinquentes. O dono do lugar falou que ela chegou na noite anterior e não saiu do quarto durante o dia, permanecendo sozinha o tempo todo. Os três continuaram a ler a carta.
Não sei realmente por que vivo. Conheci tantas pessoas, passei por tantas bocas, frequentei tantos lugares. Estive em todas as partes, viajei o mundo todo, conheci vários sentidos. Sirvo para tudo, o que não faz nenhum sentido. Como posso matar, ferir e construir? Como posso ser amiga de poetas, de filósofos, de pregadores e matar? Como posso conviver com assassinos, prostitutas, deliquentes e amar? Como alguém pode servir à verdade e à mentira, para a vida e para morte, ao ódio e ao amor? Não entendo por que vivo.
Conheci Pessoa e Assis em outros tempos. Também servi a Saramago, Meireles e Lobato. Sempre servi a todos, famosos e desconhecidos. No entanto, de verdade, não sei exatamente por que vivo, para que vivo, por quem vivo. Sei que existo em um mundo sem sentido e que, hoje, não quero mais viver. Deixo todos, para todos, sem um todo. Hoje, o silêncio me venceu.
Os três, assim como todas as pessoas, não gostavam de ler cartas de despedidas, não gostavam de perceber suas fraquezas, não queriam constatar os seus fracassos. Ela não conseguiria agir sozinha. Eram muitos crimes insolúveis, muitas mortes, muitos corpos. Existiam outras palavras, as quais a carta tentava encobrir. Mas isso não importava de verdade.
Recolheram o corpo, guardaram a carta, encobriram as palavras. Naquele momento as palavras eram apenas um corpo. Decidiram que tudo estava solucionado. Não importava se outras também mataram. Agora, vários crimes estavam solucionados. Nada mais importava. Os três policiais voltaram para suas casas, para seus mundos, para suas famílias.
Outras palavras sempre existirão, com muitas formas, muitos jeitos, muitas mortes, muitas vidas. Palavras celebram a vida e a morte, conduzem ao centro da alma, confundem. Os policiais decidiram tão somente voltar para casa. O trabalho estava feito, concluído. A Palavra conheceu seu fim, entendeu a sua vida, explicou a de tantos outros. Ela nunca morrerá, ainda que tenha vivido sem saber, ainda que não tenha existido, ainda que não tenha construído. Talvez um dia entenda o que é viver, construir, existir. Um dia, quem sabe, volte para ser um meio para a paz.

sábado, 23 de março de 2013

Delegado Rafael Vianna participa de treinamento em Lima, no Peru

Neste mês de março, o Delegado Rafael Vianna participou de um curso sobre tática e sobrevivência policial na Academia Internacional de Segurança Pública (Internacional Law Enforcement Academy), entidade idealizada e mantida pelo Departamento de Estado Americano (US Departament of State), em Lima, no Peru.
Durante o curso, como vencedor de um torneio de tiro policial, o Rafael Vianna foi premiado com uma medalha dos agentes especiais do DEA que foram treinados para atuar no Afeganistão.

O site da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná divulgou notícia sobre a participação de policiais da Assessoria Civil no curso:

19/03/2013
Policiais da Assessoria Civil da Sesp participam de treinamento no Peru

O delegado Rafael Vianna e o investigador Ângelo Ramires, da Assessoria Civil da Secretaria da Segurança Pública, participaram de uma semana de treinamentos realizada pelo Departamento de Estado Americano em Lima, no Peru, para representantes de cinco países (Chile, Peru, Equador e Colômbia, além do Brasil).
Realizado pela International Law Enforcement Academy Latin America, mantida pelo Estado norte-americano, o treinamento incluiu aulas teóricas e práticas de táticas policiais, técnicas de lutas e defesa pessoal, combate em ambiente fechado, técnicas de abordagem, sobrevivência e combate urbanos, tendo como instrutores agentes especiais do Drug Enforcement Agency (DEA).
“Esta foi uma oportunidade de intercâmbio entre polícias de diversos países, o que serve tanto para aprimorar a técnica policial quanto para conhecer a forma de gestão na área da segurança pública de outros países”, afirmou o assessor civil da Sesp.
Os 35 policiais participantes também disputaram um torneio de tiro policial, do qual Vianna foi o vencedor, recebendo como prêmio uma medalha concedida aos agentes especiais que serviram no Afeganistão.



domingo, 24 de fevereiro de 2013

Rafael Vianna doa livros para biblioteca do Clube Curitibano


O Delegado Rafael Vianna doou para a biblioteca do Clube Curitibano alguns exemplares dos dois livros que escreveu, Diálogos sobre Segurança Pública: o fim do estado civilizado (Editora Íthala, 2011) e A Melhor Maneira de Viver: inquietações da razão humana (Editora do Chain, 2012).



A doação dos livros foi destaque na Revista do Clube Curitibano 197, do mês de fevereiro de 2013, que pode ser lida na íntegra no site http://revistaclubecuritibano.megamidiagroup.com.br/197/

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Belo Gesto - Policial de New York

Recebi o e-mail abaixo do Dr. Pedro Michelotto e compartilho com todos os leitores do blog como uma forma de homenagear e agradecer aos bons policiais brasileiros.
Todos os dias policiais civis, militares, federais, guardas municipais e bombeiros doam muito mais que dinheiro para melhorar o mundo em que vivemos. Como o policial da imagem, eles entregam o que tem de melhor, solidariedade e dignidade.

O que era para ser unicamente uma atitude pessoal ganhou o mundo graças a uma turista do Arizona que registrou com a câmera de seu celular e postou no Facebook a imagem de um ser humano agindo com humanidade.







Estranho mundo esse nosso...







O que deveria ser corriqueiro casou espanto e admiração...







Foram mais de 400.000 compartilhamentos.







Tudo começou quando o Larry DePrimo um policial de Nova York de 25 anos fazia sua ronda normal pela 7º Avenida na altura da Rua 44...







DePrimo, observou sentado numa calçada um morador de rua que tremia de frio...







Sem ter



 com



 que se cobrir e descalço o homem tentava se aquecer mantendo-se encolhido e silencioso.







Diante da cena, o jovem policial se aproximou olhou, deu meia volta, entrou uma loja e com o dinheiro que carregava em seu bolso, comprou um par de meias térmicas e uma bota de inverno – gastou 75 dólares.







De volta à presença do morador de rua, DePrimo, lhe entregou as meias e as botas.







O homem, segundo DePrimo, deu um sorriso de orelha a orelha e lhe disse:







“Eu nunca tive um par de sapatos em toda a minha vida”.







No entanto, o gesto não se conclui na entrega do presente...







Percebendo que o morador de rua tinha dificuldade em se mover, o policial se agachou, colocou as meias, as botas, amarrou os cadarços e pergunto: ficou bom?







A resposta foram dois olhos felizes, lagrimejados e um novo sorriso.







Ao se despedir, DePrimo perguntou se o homem queria um copo de café e algo



 para



 comer...







“Ele me olhou e cortesmente declinou a oferta. Disse que eu já havia feito muito por ele”.







Aqui deveria ser o fim da cena.







O pano cairia e todos iriam para casa...







Mas não foi.







Jennifer Foster, autora da foto, foi para casa abriu seu computador e postou em sua página a foto e escreveu o seguinte texto, dirigido ao Departamento de Policia de Nova York.







“Hoje, me deparei com a seguinte situação. Caminhava pela cidade e vi um homem sentado na rua com frio, sem cobertor e descalço. Aproximei-me e justamente quando ia falar com ele, surgiu por trás de mim um policial de seu departamento.O policial disse: ‘tenho umas botas tamanho 12 para você e umas meias. As botas servem para todo tipo de clima. Vamos colocar’?”



“Afastei-me e fiquei observando. O policial se abaixou, calçou as meias no homem, as botas e amarrou seus cadarços. Falou alguma coisa a mais que



 não



 entendi, levantou e falou, cuide-se”.







“Ele foi discreto, não fez aquilo para chamar a atenção, não esperou reconhecimento, apenas fez”.







“Se foi sem perceber que eu o olhava e que havia fotografado a cena. Pena, me faltou coragem para me aproximar, lhe estender a mão e dizer obrigado por me fazer crer que a policia que sonho é possível”.







“Bem, digam a ele isso por mim”.







Jennifer Foster.







Em poucas horas, o texto e a foto de Jennifer pipocaram por todo o território americano e por boa parte do mundo.







Larry DePrimo, soube por um colega que lhe telefonou para contar...







Quando voltou ao trabalho e se preparava para sair às ruas foi chamado por seus superiores, ouviu um elogio, recebeu abraços de seus companheiros e quando seu chefe lhe disse que o departamento iria lhe ressarcir o dinheiro gasto de seu próprio bolso, Larry recusou e disse: “Não senhor,



 obrigado. Com meu



 dinheiro, faço coisas nas quais acredito”.







Fonte: Elmundo.es/Nueva York e Newsday.


O que era para ser unicamente uma atitude pessoal ganhou o mundo graças a uma turista do Arizona que registrou com a câmera de seu celular e postou no Facebook a imagem de um ser humano agindo com humanidade. Estranho mundo esse nosso... O que deveria ser corriqueiro causou espanto e admiração... Foram mais de 400.000 compartilhamentos. Tudo começou quando o Larry DePrimo um policial de Nova York de 25 anos fazia sua ronda normal pela 7º Avenida na altura da Rua 44...
DePrimo, observou sentado numa calçada um morador de rua que tremia de frio...
Sem ter com que se cobrir e descalço o homem tentava se aquecer mantendo-se encolhido e silencioso.
Diante da cena, o jovem policial se aproximou olhou, deu meia volta, entrou uma loja e com o dinheiro que carregava em seu bolso, comprou um par de meias térmicas e uma bota de inverno – gastou 75 dólares.
De volta à presença do morador de rua, DePrimo, lhe entregou as meias e as botas.
O homem, segundo DePrimo, deu um sorriso de orelha a orelha e lhe disse: “Eu nunca tive um par de sapatos em toda a minha vida”.
No entanto, o gesto não se conclui na entrega do presente...Percebendo que o morador de rua tinha dificuldade em se mover, o policial se agachou, colocou as meias, as botas, amarrou os cadarços e pergunto: ficou bom?
A resposta foram dois olhos felizes, lagrimejados e um novo sorriso.
Ao se despedir, DePrimo perguntou se o homem queria um copo de café e algo para comer...
"Ele me olhou e cortesmente declinou a oferta. Disse que eu já havia feito muito por ele”.
Aqui deveria ser o fim da cena.
O pano cairia e todos iriam para casa... Mas não foi.
Jennifer Foster, autora da foto, foi para casa abriu seu computador e postou em sua página a foto e escreveu o seguinte texto, dirigido ao Departamento de Policia de Nova York.
“Hoje, me deparei com a seguinte situação. Caminhava pela cidade e vi um homem sentado na rua com frio, sem cobertor e descalço. Aproximei-me e justamente quando ia falar com ele, surgiu por trás de mim um policial de seu departamento.O policial disse: ‘tenho umas botas tamanho 12 para você e umas meias. As botas servem para todo tipo de clima. Vamos colocar’?”
“Afastei-me e fiquei observando. O policial se abaixou, calçou as meias no homem, as botas e amarrou seus cadarços. Falou alguma coisa a mais que não entendi, levantou e falou, cuide-se”.
“Ele foi discreto, não fez aquilo para chamar a atenção, não esperou reconhecimento, apenas fez”.
“Se foi sem perceber que eu o olhava e que havia fotografado a cena. Pena, me faltou coragem para me aproximar, lhe estender a mão e dizer obrigado por me fazer crer que a policia que sonho é possível”.
“Bem, digam a ele isso por mim”.
Jennifer Foster.
Em poucas horas, o texto e a foto de Jennifer pipocaram por todo o território americano e por boa parte do mundo.
Larry DePrimo, soube por um colega que lhe telefonou para contar...
Quando voltou ao trabalho e se preparava para sair às ruas foi chamado por seus superiores, ouviu um elogio, recebeu abraços de seus companheiros e quando seu chefe lhe disse que o departamento iria lhe ressarcir o dinheiro gasto de seu próprio bolso, Larry recusou e disse: “Não senhor, obrigado. Com meu dinheiro, faço coisas nas quais acredito”.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Assessoria Civil da SESP realiza ação de fim de ano

 Na foto, a investigadora Juliana Moschetta.

Os policiais civis que trabalham na Assessoria Civil da Secretaria de Estado da Segurança Pública do Paraná, em uma ação entre amigos, realizaram a entrega de diversos brinquedos para crianças que participam do Projeto Atleta Bom de Nota, em Pinhais-Paraná.
O Projeto, desenvolvido pelo Professor Gil Brasil e pela Associação Comunitária da Vila Palmital, já foi divulgado neste blog (Gente que faz a diferença para um mundo melhor: PROJETO ATLETA BOM DE NOTA) e atende aproximadamente 200 famílias.
Parabéns a todos que contribuiram de alguma maneira para esse Projeto - que trabalha com a família, a escola, a comunidade e as atividades esportivas dos adolescentes - ter sucesso em 2012!