Rafael F. Vianna teve mais um trabalho publicado. Desta vez, trata-se de uma recensão de importante obra espanhola. A publicação se deu na Revista Foro FICP - Tribuna e Boletín de la Fundación Internacional de Ciencias Penales, a qual pode ser acessada na íntegra pelo seguinte link: https://ficp.es/wp-content/uploads/2020/01/Foro-FICP-2019-3.pdf
"Não é por fraqueza ou medo que escolho o bem, nem por incapacidade para o mal que escolho o perdão. Escolho a bondade por acreditar que é a única forma de sobrevivermos como sociedade" - Rafael F. Vianna - E-mail: del.rvianna@gmail.com
quinta-feira, 16 de janeiro de 2020
domingo, 8 de dezembro de 2019
"Utilidade do Garbage Can Process e do Modelo de Fluxos Múltiplos para a tomada de decisões organizacionais na Polícia Civil do Paraná (PCPR) do Século XXI" - Rafael F. Vianna e Fábio M. Losso
O Delegado Rafael F. Vianna, em parceria com o Advogado e Doutor Fábio M. Losso, publicou um artigo científico, intitulado "Utilidade do Garbage Can Process e do Modelo de Fluxos Múltiplos para a tomada de decisões organizacionais na Polícia Civil do Paraná (PCPR) do Século XXI", na 2ª Revista de Ciências Jurídicas e Criminais da Associação dos Delegados de Polícia do Estado do Paraná/Adepol-PR.
O resumo do artigo é o seguinte:
A Revista é publicada pela Juruá Editorial e pode ser adquirida pelo seguinte endereço eletrônico:
sábado, 27 de julho de 2019
CARTA PARA PAIS EM DESESPERO
Por Rafael F. Vianna
27/07/2019
27/07/2019
Há
pouco mais de 01 ano, mais precisamente a partir do dia 06/06/2018, um buraco
foi aberto no mundo. E este abismo não parou de crescer durante dias, semanas,
meses. Ele engolia tudo, levou todas as minhas esperanças, fez-me vislumbrar um
fim triste, lento e muito doloroso. Por meses a dor inconcebível e inexprimível
foi minha mais fiel companheira. Naqueles dias, nem Paracletus podia me
consolar.
Em
apenas um dia, minha mulher estava na UTI de um hospital e meu primeiro filho
na UTI neonatal de outro. Meus dias eram horas sem fim de choro, lamento e uma
dor lancinante no meio do peito. Caminhar ao ar livre entre um hospital e outro
ajudava-me a respirar, ainda que o ar fique muito denso e rarefeito nesses
momentos. O buraco no mundo continuava a crescer por dias sucessivos e engolia
toda a esperança. Três paradas cardiorrespiratórias, hemorragia pulmonar,
hemorragia cerebral, hemorragias e mais hemorragias, transfusões e mais
transfusões, “intercorrên.....” (recuso-me a escrever ou pronunciar essa
palavra ainda) sem fim.
Em
uma noite de domingo chegou a triste notícia de que deveria me despedir do meu
pequeno tesouro. Naquele mesmo dia, minha esposa, que ainda não tinha conhecido
nosso filho, voltava para a UTI devido à maldita hellp síndrome. Restava apenas uma certeza em meu mundo, uma
certeza lógica, racional, inabalável, mesmo diante da tragédia: o que um dia
existiu, nunca mais volta ao nada; o que um dia foi, nunca mais deixa de ser; A
FOLHA QUE O VENTO BALANÇOU, NÃO DESBALANÇA MAIS.
Meu
filho Gregório, o Grande, mesmo com seus 900 gramas, tinha existido, saído do
nada que nos precede, do infinito sem início nem fim, tinha vivido, existido em
minha vida, era MEU FILHO. Nem a morte tiraria isso de mim. Ele existiu, foi, e
nunca mais poderia deixar de existir. Mesmo assim, doía muito a saudade de tudo
que poderia ter sido.
Mas
o fim não foi naquela noite. E de grama em grama, 05 gramas a mais, 08 a menos,
09 a mais.... fomos seguindo nossa rotina. Dia após dia, em todos os horários,
em todos os momentos. Ele saberia que estivemos sempre ali, o amando
profundamente, não importando quantas respirações ainda tivesse.
Hoje,
01 ano depois, os 900 gramas são 10 quilos, o “ele nunca vai falar” são gritos
e angus pela casa de madrugada, o
“ele nunca vai andar” são os primeiros passos que acabam com nossas costas, o
“ele nunca vai interagir com vocês” é o sorriso mais doce e iluminado do mundo
quando nos vê; a despedida é um reencontro a cada manhã.
O
abismo se fechou tão misteriosamente como se abriu. E agora, novamente, desafiamos
a morte e o medo com uma irmãzinha a caminho para ombrear com o Gregório nesta
vida aparentemente sem sentido transcendente; mas com um valor imanente
incontestável.
Não
encontramos respostas sobre como enfrentar esses momentos difíceis, como
sobreviver, como continuar quando as forças parecem rarear. Não teria muito a
falar para pais que hoje lutam pela vida de seus pequenos.
Para
aqueles que acreditam em Deus, eu diria para orarem, rezarem, manterem a fé,
persistirem, mesmo diante de tanta adversidade. Para aqueles que duvidam ou
acreditam que Deus virou as costas para o mundo com o pecado original, eu diria
que Ele ou alguém escreveu leis naturais, biológicas, físicas e químicas
incríveis antes de abandonar a humanidade à sua própria sorte, fazendo com que
a vida seja maior que a morte.
A
VIDA, definitivamente, é UM MILAGRE!
O
AMOR, apesar de toda desesperança e ceticismo, é uma força viva e real no mundo.
Um
sorriso e um piscar de olhos nos fazem deixar para trás todo o medo e
sofrimento que viver pode ocasionar. Acordar com um sorriso banguela, puro e
ingênuo nos faz bem-dizer e abençoar todas as manhãs aqueles que salvaram nosso
filho.
BENDITOS
e ABENÇOADOS sejam aqueles que salvam vidas, principalmente dos nossos pequenos
inocentes. QUEM SALVA UMA VIDA, SALVA TODA A HUMANIDADE.
Se
não tivéssemos sobrevivido? Conhecer este AMOR inexplicável e incondicional que
surge quando somos pais, nem que por alguns minutos, dias ou semanas, faz com
que a experiência humana valha a pena. Para aqueles que hoje lutam, que possam
lembrar que a VIDA é maior do que a morte, QUE O AMOR SUPERA TUDO e que a
FOLHA QUE O VENTO BALANÇOU NÃO TEM COMO DESBALANÇAR.

Obs.: Desejo que todos aqueles que leiam este texto um dia, se puderem, abracem seus pais e seus filhos.
quinta-feira, 23 de maio de 2019
Rafael Vianna defende tese de Doutorado na FDUL
No dia 13 de maio de 2019, na Reitoria da Universidade de Lisboa, Portugal, Rafael Ferreira Vianna obteve o grau acadêmico de Doutor em Direito.
Em pesquisa desenvolvida nos últimos 06 anos, sob orientação do Professor Doutor Augusto Silva Dias, da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, dentro da linha de pesquisa sobre crimes culturalmente motivados, Rafael F. Vianna escreveu a tese intitulada Uso da ayahuasca: fundamentos e limites da criminalização do tráfico de drogas em sociedades multirreligiosas.
O júri foi composto por 08 Professores Doutores, sendo que a arguição e os debates duraram quase 04 horas. Por fim, Rafael Vianna foi aprovado por unanimidade pelos membros da banca.
A tese já está disponível no repertório de textos científicos do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre Psicoativos (NEIP): Tese Doutoramento Rafael Ferreira Vianna
sábado, 19 de janeiro de 2019
sexta-feira, 2 de novembro de 2018
Rafael F. Vianna profere palestra na Unicesumar
Durante a semana acadêmica da Unicesumar-Curitiba o Delegado Rafael F. Vianna proferiu uma palestra sobre segurança pública e o impacto da criminalidade nas empresas.
O Secretário Municipal de Defesa Social de Curitiba e Delegado de Polícia Guilherme Rangel também palestrou no evento, o qual contou com a presença de diversos alunos dos cursos de Administração e Contabilidade e de Coordenadores da Unicesumar.
terça-feira, 2 de outubro de 2018
"Contribuição da filosofia e da psicologia para a não justificação penal diante de dilemas morais" - Rafael F. Vianna
A Revista Jurídica Luso-Brasileira (RJLB - ISSN 2183-539X) traz em sua mais recente edição (nº 05, de 2018/ Ano 04), um artigo científico de Rafael F. Vianna, intitulado Contributo da filosofia e da psicologia para a não justificação penal diante de dilemas morais.
O artigo, com 74 páginas, pode ser acessado na íntegra através do link: https://www.cidp.pt/publicacoes/revistas/rjlb/2018/5/2018_05_1355_1428.pdf
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